Antônio Facchinetti, engenheiro e ciclista, nos conta a seguir
um pouco de sua história no ciclismo alagoano, bem como suas
percepções quanto ao cenário atual.
1. Como começou no ciclismo? Foi influenciado por alguém ou foi por vontade própria?
- Comecei no ciclismo á algum tempo, com 15 anos pelo esforço de meu pai hoje falecido. De lá pra cá não parei mais.
2. Já é um veterano no ciclismo alagoano, que balanço faz do ciclismo no estado?
- Já muitas coisas mudaram de lá pra cá, as bicicletas estão mais sofisticadas, as roupas estão mais inteligentes mais inda não se tem respeito pelos ciclistas.
3. Como foram as primeiras pedaladas?
- Ah, no começo tudo era mais difícil, como por exemplo uma boa bicicleta custava muito caro. Tínhamos que abdicar de algumas coisas pra ter um equipamento.
4. Já participou de competições?
- Já sim, desde 89. Tenho muitos títulos na Confederação Alagoana de Ciclismo e inclusive na Nacional. É muito bom esses desafios.
5. Para além de ciclista é engenheiro, como é conciliar os dois?
- Sou Engenheiro civil sim e confesso que às vezes me dobro em dois pra dar tempo de fazer tudo.
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