Antônio Facchinetti, engenheiro e ciclista, nos conta a seguir
um pouco de sua história no ciclismo alagoano, bem como suas
percepções quanto ao cenário atual.
1. Como começou no ciclismo? Foi influenciado por alguém ou foi por vontade própria?
- Comecei no ciclismo á algum tempo, com 15 anos pelo esforço de meu pai hoje falecido. De lá pra cá não parei mais.
2. Já é um veterano no ciclismo alagoano, que balanço faz do ciclismo no estado?
- Já muitas coisas mudaram de lá pra cá, as bicicletas estão mais sofisticadas, as roupas estão mais inteligentes mais inda não se tem respeito pelos ciclistas.
3. Como foram as primeiras pedaladas?
- Ah, no começo tudo era mais difícil, como por exemplo uma boa bicicleta custava muito caro. Tínhamos que abdicar de algumas coisas pra ter um equipamento.
4. Já participou de competições?
- Já sim, desde 89. Tenho muitos títulos na Confederação Alagoana de Ciclismo e inclusive na Nacional. É muito bom esses desafios.
5. Para além de ciclista é engenheiro, como é conciliar os dois?
- Sou Engenheiro civil sim e confesso que às vezes me dobro em dois pra dar tempo de fazer tudo.
Ciclismo é qualidade de vida
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Por que ando de bicicleta? (Introdução)
Depois que aprendí que andar de bicicleta fortalece o corpo e a alma
percebí também que os benefícios deste desporto não deixam margem para dúvidas. “As pessoas que andam de bicicleta regularmente poupam muitas visitas ao médico.
“Muitas pessoas com problemas como dores de costas, excesso de peso ou doenças cardiovasculares, podiam desfrutar de muitos anos de boa saúde se usassem a bicicleta mais vezes.
As pessoas que andam de bicicleta regularmente são mais resistentes a patologias do foro emocional, como as depressões. Pedalar é um dos melhores antidepressivos.
Já pensou em utilizar a bicicleta para as suas deslocações urbanas (à semelhança do que já acontece em muitas cidades europeias)? Para além de ser um exercício saudável, permite uma poupança significativa, já que é o meio de transporte mais económico, sobretudo em comparação com o automóvel.
Entre as suas vantagens, destacam-se:
- O custo de uma boa bicicleta é 30 vezes inferior ao de um carro médio.
- A bicicleta minimiza a parte do orçamento familiar dedicado ao carro.
- A utilização deste meio de transporte permite fugir aos engarrafamentos e reduz o tempo das deslocações.
- Promove um bom estado de saúde e, por conseguinte, diminui a necessidade de recorrer a medicamentos.
- O ideal seria arranjar, pelo menos, três horas por semana para andar de bicicleta.De acordo com os especialistas, os benefícios deste desporto começam a ser visíveis depois dos primeiros 20 minutos a pedalar.Quanto mais tempo dedicar à bicicleta, mais vantagens acumula!É por essas e outras que lhe digo: Vá de bicicleta que é melhor!
Segue alguns links de interesse á quem quer começar á viver melhor e andar de bicicleta:
https://www.facebook.com/groups/amigosdaaac/?fref=ts
http://vadebike.org/2006/06/por-que-ir-de-bicicleta/
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Seção de arte
Aqui selecionei alguns trabalhos que fiz á respeito do ciclismo e seus enormes benefícios, tanto no âmbito social quanto no do bem estar pessoal.
Por quê ir de bicicleta?
Mesmo com cada vez mais bicicletas nas ruas, muita gente ainda estranha quem deixa o carro de lado para usar a magrela. Entenda por que cada vez mais gente opta pela bicicleta como meio de transporte, ainda que eventualmente
Economia de tempo
Levo sempre 20 minutos no trajeto do trabalho até em casa (e vice-versa), tendo trânsito ou não, com chuva ou com sol, em qualquer horário. De carro, esse tempo variava da mesma meia hora (depois das 17h) a até uma hora e meia (em um dia de chuva, em horário de pico). Cheguei a levar uma hora e meia nesse mesmo trajeto, em um dia em que havia reformas nas vias, frio e chuva. Os Desafios Intermodais realizados em várias cidades do país comprovam que a bicicleta é bem mais rápida que o carro nas grandes cidades nos horários de pico.
Economia de dinheiro
Combustível, estacionamento, flanelinha, seguro, IPVA, troca de óleo, mecânico, funilaria, retoque na pintura… Tudo isso fica para trás. E as peças e eventuais reparos de uma bicicleta têm custo muito baixo, principalmente se comparados com os de um automóvel. O investimento para adquirir o veículo também é muitíssimo menor.
Menos stress no trajeto
Um sinal que abre e fecha três vezes, vinte metros à sua frente, permitindo a passagem de menos de meia dúzia de carros, não há Cristo que aguente…
Mudança no humor
Além da diminuição do stress relacionado ao trânsito, as endorfinas liberadas pelo exercício contribuem para um relaxamento muscular e mental que faz os praticantes de atividade física regular verem a vida com outros olhos. Meu humor melhorou tanto no trabalho como em casa. Um relacionamento melhor com os colegas proporciona um ambiente de trabalho mais agradável para todos.
Produtividade no trabalho
A produtividade no trabalho aumenta, em decorrência do melhor humor e da diminuição do stress. A cabeça tranquila permite um melhor julgamento em situações críticas.
Menor preocupação com assaltos
Por incrível que possa parecer, eu fico muito mais tranquilo na bicicleta do que dentro do carro em relação a assaltos. Se eu vir uma pessoa com atitude suspeita perto de onde eu parei para esperar o sinal abrir, estando de carro eu só posso rezar; estando na bicicleta, tenho uma visão muito abrangente do que está em volta, o que me permite identificar rapidamente alguém com atitude suspeita, evitando o confronto. Além do mais, não dá para fazer seqüestro-relâmpago com ciclista. 
Não coloco a vida de outras pessoas em risco
A Construção Civil pedalando
Centenas de trabalhadores da construção civil estiveram reunidos na manhã deste sábado para participar do 3º Passeio de Ciclismo promovido pela Ademi - Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas, com o apoio do Sesi/Cultura.
Todos vestidos com a camisa do evento, os trabalhadores participaram de diversas atividades de educação no trânsito e de saúde. Eles estavam animados com ossorteios e distribuição de brindes aos participantes.
De acordo com o presidente da Associação Alagoana de Ciclismo, Antonio Fachinnetti, a atividade instrutiva é fundamental para trabalhadores da construção civil que utilizam a bicicleta como meio de transporte para o serviço. Os trabalhadores também ouviram orientações da gerente de educação de trânsito do Detran/AL, Amália Ricardo, que falou sobre segurança dos ciclistas no trânsito.
O evento aconteceu no corredor Vera Arruda, no bairro do Stella Maris, em Maceió.
O ciclismo fatal alagoano
Após a morte do triatleta Álvaro Vasconcelos, 26, atropelado na última segunda-feira (15) enquanto trafegava de bicicleta pela AL-101 Sul, em Marechal Deodoro, o governador de Alagoas, Teotônio Vilela, convocou, nesta terça (16), uma reunião de emergência com representantes da Associação Alagoana de Ciclismo (AAC) e se comprometeu a construir uma ciclovia no trecho da rodovia, que passou por duplicação.
Na noite desta segunda-feira (16), familiares e amigos do triatleta, juntamente com membros da Associação, participaram de uma passeata em homenagem ao jovem. Na ocasião, os ciclistas protestaram contra a morte de mais um usuário do transporte no estado.
O membro da ACC Antônio Facchinetti, que participou da reunião com o governador, explicou que durante o encontro outras medidas, além da construção da ciclovia, foram acordadas. “Além de garantir que toda a parte da AL-101 onde houve duplicação terá uma ciclovia, nos foi passado também que a iluminação na região será melhorada. Serão realizadas ainda campanhas voltadas à educação no trânsito”, expôs.
Para Angelo Scabra, também membro da associação, as medidas são necessárias devido ao alto índice de acidentes envolvendo ciclistas em Alagoas. “Há mais ou menos um ano a gente vem pressionando para que o governo tome providências e nada aconteceu. Agora, com a repercussão da morte desse triatleta, esperamos que tudo não fique só na promessa novamente. Só na AL-101 Sul ocorreram quatro acidentes envolvendo bicicletas este ano. Algo precisa ser feito”, cobrou.
Scabra alertou também para os riscos enfrentados pelos que utilizam as bicicletas como meio de transporte e pediu prudência aos usuários. “As recomendações que eu faço são para que eles andem do lado direito dos automóveis, na mão certa e busquem utilizar acessórios chamativos, principalmente à noite. Às vezes, nós mesmos, ciclistas, é que não respeitamos os carros”, comentou.
Na noite desta segunda-feira (16), familiares e amigos do triatleta, juntamente com membros da Associação, participaram de uma passeata em homenagem ao jovem. Na ocasião, os ciclistas protestaram contra a morte de mais um usuário do transporte no estado.
O membro da ACC Antônio Facchinetti, que participou da reunião com o governador, explicou que durante o encontro outras medidas, além da construção da ciclovia, foram acordadas. “Além de garantir que toda a parte da AL-101 onde houve duplicação terá uma ciclovia, nos foi passado também que a iluminação na região será melhorada. Serão realizadas ainda campanhas voltadas à educação no trânsito”, expôs.
Para Angelo Scabra, também membro da associação, as medidas são necessárias devido ao alto índice de acidentes envolvendo ciclistas em Alagoas. “Há mais ou menos um ano a gente vem pressionando para que o governo tome providências e nada aconteceu. Agora, com a repercussão da morte desse triatleta, esperamos que tudo não fique só na promessa novamente. Só na AL-101 Sul ocorreram quatro acidentes envolvendo bicicletas este ano. Algo precisa ser feito”, cobrou.
Scabra alertou também para os riscos enfrentados pelos que utilizam as bicicletas como meio de transporte e pediu prudência aos usuários. “As recomendações que eu faço são para que eles andem do lado direito dos automóveis, na mão certa e busquem utilizar acessórios chamativos, principalmente à noite. Às vezes, nós mesmos, ciclistas, é que não respeitamos os carros”, comentou.
Segundo um dos fundadores da AAC, Antônio Facchinetti, os ciclistas da capital alagoana sofrem diariamente com os constantes riscos de assaltos. “Um companheiro nosso o Carlos Alberto [presidente da associação] chegou a passar 5 minutos antes pelo local onde o José Alfredo foi assassinado, ele ficou muito mal depois disso pois poderia ter acontecido com ele”, conta o engenheiro.
Fachinetti cita que a associação recebe constantemente denúncias roubos e assaltos a mão armada. “Um dia desses, dois membros conseguiram fugir de um assalto também na Jatiúca, em que o bandido chegou a atirar duas vezes contra eles. Por sorte ninguém ficou ferido”, relata.
O clima de insegurança faz com que a associação se manifeste mais uma vez cobrando do Estado mais segurança. A manifestação desta terça-feira foi amplamente divulgada nas redes sociais (Twitter e Facebook) buscando mobilizar o maior número de pessoas possíveis, entre pedestre e ciclistas, para o ato que será realizado no mesmo local onde o médico foi assassinado e te´ra como destino o clube Alagoinhas. “Esperamos um maior número de pessoas dessa vez porque chegou um momento que ninguém agüenta mais tanta barbaridade acontecendo e ficando impune”, desabafa Facchinetti.
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